Posts Tagged ‘Doença de Crohn’
Nevermore: baixista Jim Sheppard passa por cirurgia para remover tumor
Crohn´s
Nevermore: baixista Jim Sheppard passa por cirurgia para remover tumor
O baixista Jim Sheppard, da banda americana NEVERMORE, foi submetido à uma cirurgia nesta quarta-feira, dia 16 de fevereiro, para remover um tumor cerebral benigno. O vocalista da banda, Warrel Dane, afirmou: “Por favor, todos os irmãos e irmãs metalhead enviem suas energias positivas para o nosso irmão”.
Sheppard perdeu vários shows com o Nevermore devido a outra moléstia: Doença de Crohn (inflamação crônica de uma ou mais partes do tubo digestivo), um problema que o acompanha há quase 20 anos.
Para substituir Sheppard, a banda contou com um amigo de longa data, James MacDonough (MEGADETH, ex-ICED EARTH).
via blabbermouth.net
Crohn: Novo probiótico combate doença inflamatória intestinal (DII)
Novo probiótico combate doença inflamatória intestinal (DII)
Estudo publicado na revista “PNAS”
Investigadores produziram um novo probiótico, a partir de outro comummente encontrado no iogurte e no queijo, capaz de tratar eficazmente doenças inflamatórias intestinais como a doença de Crohn ou a colite ulcerativa, dá conta um estudo publicado na revista “PNAS”.
A doença de Crohn e a colite ulcerosa são duas doenças crónicas caracterizadas por uma contínua inflamação do tecido, que altera o normal funcionamento do intestino.
Os indivíduos afectados por estas patologias apresentam perda de peso, diarreia, dor abdominal, hemorragias intestinais e cólicas. O tratamento actual não é completamente eficaz sendo que os pacientes podem ter recaídas.
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TU Delft recebe subvenção da UE para diagnosticar e monitorizar doença de Crohn
TU Delft recebe subvenção da UE para diagnosticar e monitorizar doença de Crohn utilizando imagens de ressonância magnética
A colonoscopia é o exame padrão intestinal para diagnóstico e acompanhamento de doença de Crohn. É um procedimento stressante e invasivo em que um tubo flexível munido de uma câmara é passado para o intestino grosso.
O intestino grosso primeiro tem que ser limpo usando laxantes, após o qual um tubo flexível munido de uma câmara é passado para o intestino grosso através do recto. Isso torna o método menos adequado para uma aplicação regular para efeitos de monitorização.
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Crohn e colite: Doença Inflamatória Intestinal (DII) afecta pessoas em idade activa
Saúde | DII
Doença Inflamatória Intestinal afecta pessoas em idade activa
A Doença Inflamatória Intestinal (DII), uma patologia crónica grave que interfere com o funcionamento do intestino afecta já mais de 14 mil portugueses e a sua incidência está a aumentar. O crescimento tem vindo a notar-se sobretudo nos países mais industrializados devido aos hábitos alimentares, aos factores ambientais e a estilos de vida mais sedentários que contribuem para o aparecimento da DII em indivíduos geneticamente mais susceptíveis à doença.
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(clique na imagem para ver em maior)
Esta doença manifesta-se, sobretudo, em jovens adultos e exerce um impacto muito forte na qualidade de vida dos doentes. É uma doença que, pela sua natureza, desencadeia bastante desconforto físico e emocional, levando ao isolamento e à perda de actividade. Embora sem possibilidade de cura, existem terapêuticas eficazes capazes de controlar os sintomas, conseguir remissão clínica e possibilitar uma melhor qualidade de vida aos doentes.
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DII: Doença Inflamatória Intestinal atinge mais de 14 mil portugueses
Saúde | Doença de Crohn e colite
A Doença Inflamatória Intestinal (DII), uma patologia crónica grave que interfere com o funcionamento intestinal, afecta já mais de 14 mil portugueses. (video)
Especialistas nacionais e estrangeiros vão procurar novas formas de ajudar a melhorar a qualidade de vida dos doentes numa reunião científica, a decorrer entre 21 e 22 de Janeiro, no Hotel Miragem, em Cascais, avança comunicado de imprensa.
Promovida pelo Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal, a iniciativa dirigida aos profissionais da área, tem como objectivos a abordagem de temas relacionados com o diagnóstico, erros e terapêuticas na DII e a exposição de casos clínicos de difícil resolução.
(clique na imagem para aumentar)
Caso de morte após ensaio clínico com Humira, Infarmed diz que medicamento esta aprovado desde 2003
Saúde:
Fármaco usado em ensaio clínico fatal legalizado na Europa em 2003
O medicamento Humira, que segundo o Ministério Público foi mal administrado por um reumatologista que começa a ser julgado dia 27 no Porto, é legal em todo o espaço europeu desde 2003, disse à Lusa fonte do Infarmed.
“Este é um medicamento aprovado pela Agência Europeia do Medicamento (EMA) por procedimento centralizado para toda a União Europeia desde setembro de 2003”, disse fonte da Autoridade Nacional do Medicamento, em resposta a pedidos de esclarecimentos da Agência Lusa.
Humira é a designação comercial de fármaco que contém a substância ativa adalimumab. Questionado sobre as características do fármaco, o Infarmed remeteu a Lusa para o Relatório Público Europeu de Avaliação (www.ema.europa.eu).
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Farmacêuticos recusam multar doentes com patologias crónicas
Saúde
Farmacêuticos recusam multar doentes com patologias crónicas
O Ministério da Saúde está a trabalhar num diploma para multar os doentes que desperdicem ou façam mau uso dos medicamentos distribuídos gratuitamente nas farmácias dos hospitais.
O Ministério da Saúde quer cobrar taxas aos doentes que façam mau uso dos medicamentos gratuitos. “Não contem connosco”, avisa o bastonário da Ordem dos farmacêuticos
A Ordem dos Farmacêuticos não vai colaborar com o Ministério da Saúde para cobrar taxas aos doentes que façam mau uso dos medicamentos disponibilizados gratuitamente pelos hospitais. Em entrevista ao i, o Bastonário dos Farmacêuticos admite que existe um problema na dispensa de medicação aos doentes de ambulatório, mas não concorda com a solução encontrada: “A medida visa a redução da despesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e está bem diagnosticada. É preciso encontrar uma solução, mas não é esta”, adianta Maurício Barbosa.
A medida vai afectar sobretudo os utentes que tomam medicamentos mais caros – como os portadores de sida, cancro, esclerose múltipla, transplantados renais, doentes de reumatologia ou com doença de Crohn. “Falamos de medicação altamente dispendiosa, mas não estou a ver que seja cobrado um valor em caso de má utilização. Isto implica que os farmacêuticos passem multas. Não contem connosco”, garante o bastonário, que acredita que o Estado devia “potenciar e tirar vantagens da relação de confiança existente entre técnicos e pacientes”.
Mais via… ionline
Cuidados e orientações para Doença de Crohn e Colite ulcerosa (Retocolite Ulcerativa)
Saúde
1. Evite o uso de anti-inflamatórios, pois podem irritar o tubo digestivo e activar a doença. Em caso de dúvida, consulte seu médico antes de ingerir qualquer nova medicação.
2. Nas crises de diarreia, procure não ingerir fibras alimentares, principalmente as insolúveis (verduras cruas, cascas de frutas,etc.), pois podem acentuar e perpetuar o quadro.
3. Não consuma condimentos picantes, pois são agressivos à mucosa intestinal que já encontra-se inflamada.
4. Evite o uso de papel higiénico. Procure lavar-se após as evacuações, pois isto evita possíveis irritações locais.
5. Sempre que consultar algum médico ou especialista da área da saúde, informe sobre sua doença e sobre os medicamentos em uso.
6. Entenda as medicações que você faz uso. Pergunte ao seu médico quais os seus efeitos colaterais e por quanto tempo você deverá usá-las.
7. Uma vez decidido o tratamento, siga-o de maneira disciplinada. se uma medicação lhe foi prescrita, tome-a exactamente como foi solicitado.
8. Algumas medicações DEVEM ser mantidas mesmo quando você está bem, a fim de evitar recidivas da doença. Portanto, nunca pare de tomar uma medicação sem antes consultar o seu médico.
9. Algumas medicações utilizadas para as DII podem provocar eventuais efeitos indesejáveis, como anemia e hepatotoxidade. Exames laboratoriais e clínicos devem ser realizados regularmente durante o tratamento.
10. Não fume, especialmente se você tem Doença de Crohn. O tabagismo piora significativamente esta doença.
11. Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada, a fim de absorver os nutrientes necessários e obter ganho de peso. Evite pular refeições ou ficar longos períodos em jejum.
12. Faça sempre práticas desportivas. Mantendo o seu corpo saudável você terá uma melhor qualidade de vida. Momentos de lazer e descontracção são necessários e possuem um impacto positivo no controle da doença.
13. Lembre-se de que todos os pacientes portadores de DII são diferentes. Não existe ” caso típico”. Portanto, o tratamento é sempre individualizado e único.
14. Stresses emocionais podem agravar a doença. Pratique actividades que o ajudem a buscar o equilíbrio – ex: yoga, meditação, psicoterapia e desportos.
15. Informe-se sobre sua doença, seus sinais e sintomas. Conheça o seu organismo e o modo como a doença o afecta.
16. Se você possui retocolite, provavelmente deverá realizar colonoscopias regulares como exame de prevenção de câncer colorretal. Informe-se com seu médico.
17. No caso de recaídas, tanto na Colite ulcerosa (Retocolite Ulcerativa) quanto na Doença de Crohn, a menstruação pode ser temporariamente afectada, com ciclos irregulares.
18. Durante as recaídas, particularmente se houver diarreia intensa, a eficácia do anticoncepcional de uso oral poderá ser menor, e outros métodos de contracepção deverão ser utilizados.
19. Não há evidências de que as DIIs sejam adversamente afectadas pela gravidez. Entretanto, se você estiver fazendo planeamento familiar ou desejar engravidar, deverá sempre falar sobre isto com o seu médico. É melhor tentar a concepção na fase de remissão da doença, ou seja, quando estiver se sentindo bem.
20. Recaídas agudas durante o período de gravidez podem ser seguramente tratadas com corticosteróides ou aminossalicilatos sem danos ao feto.
via Dra.Terry Rocha de Medeiros blog
Médica brasileira lança livro inédito sobre doenças inflamatórias intestinais
A médica Dídia Bismara Cury lança obra em parceria com médico norte-americano de Harvard Alan Colm Moss, em lingua portuguesa
Os médicos brasileiros acabam de ganhar a primeira grande fonte de informações em língua portuguesa sobre um problema de saúde ainda um tanto desconhecido por boa parte da classe e, principalmente, pelos pacientes: as chamadas doenças inflamatórias intestinais, conhecidas no meio médico pela sigla DIIs.
Trata-se do livro “Doenças Inflamatórias Intestinais – Retocolite Ulcerativa e Doença de Crohn”, que está a ser lançado esta semana no Brasil pela Editora Rubio.
Escrito, organizado e editado pela médica brasileira Dídia Bismara Cury, nascida em Bauru, e pelo médico norte-americano Alan Colm Moss, professor de medicina da Universidade de Harvard, o livro é o primeiro do tipo a ser lançado no Brasil e representa uma parceria inédita entre uma médica brasileira e uma das maiores universidades do mundo.
Doença de Crohn, SUS deve fornecer remédio não encontrado em farmácia
SUS deve fornecer remédio não encontrado em farmácia
Saúde – Brasil 
A sentença partiu da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal.
A autora da ação argumentou que é aposentada, possuindo uma renda mensal de R$ 1.445,72, não tendo condições financeiras de arcar com as despesas do tratamento médico, pois possui um alto custo financeiro, sendo avaliado em R$ 37.500. Por esses motivos, afirmou que se viu obrigada a recorrer ao Judiciário com o intuito de ter tratamento custeado pelo Estado.
A sentença se baseou no Artigo 196 da Constituição Federal, o qual reza que “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e económicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.
Âmbito Jurídico
Fonte: TJRN

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FDA adverte Roche e Shire sobre publicidade enganosa de fármacos
FDA adverte Roche e Shire sobre publicidade enganosa de fármacos
A entidade reguladora norte-americana dos EUA, a FDA, advertiu a Genentech, unidade da Roche Holding AG, e a Shire Plc sobre promoções enganosas de fármacos para o cancro e para o intestino, segundo cartas divulgadas na quarta-feira, citadas pela agência Reuters.
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Numa carta de 29 de Abril, a FDA disse que o material promocional da Genentech fazia reivindicações não comprovadas da eficácia do fármaco para o cancro Rituxan® e não mencionou informações de risco importantes.
| O QUE É PENTASA, COMPRIMIDOS DE LIBERTAÇÃO PROLONGADA E PARA QUE É UTILIZADO
O PENTASA, comprimidos de libertação prolongada apresenta-se na forma de comprimidos contendo 500 mg de Messalazina. O PENTASA, comprimidos de libertação prolongada encontra-se disponível em embalagens blisters ou frascos de vidro de 20 e 60 comprimidos. O PENTASA, comprimidos de libertação prolongada é utilizado no tratamento de ataques agudos de Colite ulcerosa ligeira a moderada ou na manutenção da remissão na colite ulcerosa ou na Doença de Crohn. Bula: http://www.infarmed.pt/infomed/download_ficheiro.php?med_id=6761&tipo_doc=fi |
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“O efeito geral dessas publicidades enganosas prejudica a comunicação de informações de risco importantes, sugerindo que o Rituxan® é mais seguro do que tem sido demonstrado”, disse a FDA sobre os materiais que eram destinados a médicos.
O porta-voz da Genentech Edward Lang afirmou que a empresa vai trabalhar para remover todos os materiais enganosos.
A FDA escreveu duas cartas à Shire opondo-se a materiais de vendas de medicamentos para tratar a colite ulcerosa, uma inflamação crónica no intestino.
A agência disse que uma brochura da Shire, desenvolvida para médicos, exagera na eficácia e omite algumas informações sobre o medicamento Lialda®. Outra promoção para médicos fazia reivindicações não comprovadas da eficácia do fármaco da empresa, o Pentasa®.
O porta-voz da Shire Matt Cabrey disse que a empresa deixou de usar as promoções citadas pela FDA e está a trabalhar com a agência para resolver as questões levantadas nas cartas.
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Fonte: pop.eu.com | 2010-05-06![]()

Medicamentos para psoríase comparticipados em 95%
Medicamentos para psoríase comparticipados em 95%
Os doentes com psoríase vão ter direito a uma comparticipação de 95 por cento (escalão A) nos medicamentos queratolíticos e antipsoriáticos, segundo lei hoje publicada em Diário da República.
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A partir de agora, o médico prescritor deverá mencionar expressamente na receita a lei, assim desta forma o Estado português vai comparticipar em 95% os medicamentos queratolíticos e antipsoriáticos destinados aos doentes portadores de psoríase, que em Portugal são cerca de 250 mil.
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A 12 de Março, o Parlamento aprovou, em votação final global, o reconhecimento da psoríase como uma doença crónica, pelos que os queratolíticos e antipsoriáticos passariam a ser comparticipados pelo escalão máximo (escalão A).









