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Ana Jorge admite que há medicamentos baratos indisponíveis nas farmácias

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Ana Jorge admite que há medicamentos baratos indisponíveis nas farmácias
Saúde – medicamentos

A ministra da Saúde admitiu hoje, em Peniche, ser verdade a acusação do Bloco de Esquerda de que existem medicamentos baratos esgotados nas farmácias, esclarecendo que são “situações pontuais” que são acompanhadas pelo Infarmed.

A ministra respondia às críticas do Bloco de Esquerda (BE) de que existem medicamentos baratos que estão esgotados nas farmácias, obrigando os cidadãos a adquirir outros mais caros. Ana Jorge esclareceu que “são situações pontuais” que o Infarmed tem vindo a acompanhar para “garantir que existam se são mesmo necessários”.


Além do Infarmed, a ministra assegurou que esses casos são acompanhados pela Inspecção das Actividades da Saúde.

Um levantamento feito pelo BE (Bloco de Esquerda) mostra que, só em 2009, cerca de 150 medicamentos deixaram de ser comercializados sem que haja data prevista para voltarem a estar disponíveis.

“São medicamentos baratos, ‘cronicamente’ esgotados em Portugal, o que obriga à utilização de medicamentos bastante mais caros. Muitas vezes os mais baratos, para além da vantagem económica, são de primeira escolha ou dificilmente substituíveis, o que confere a esta situação ainda mais gravidade”, refere o partido numa pergunta enviada ao Ministério da Saúde.

Um desses medicamentos é a penicilina oral, fármaco que o BE diz ser possível comprar em qualquer farmácia em Espanha. O BE quer saber qual a razão para “não terem sido procuradas soluções” para resolver a questão e quais as diligências que a Autoridade do Medicamento está a efectuar.

Numa nota, o Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde disse que em 2009 foram notificadas 505 situações de ruptura de stock, apenas oito por cento delas por cessação de comercialização dos fármacos. Para o Infarmed, na “maioria das situações de ausência de um medicamento em Portugal” há alternativas que “garantem ao doente a continuidade no acesso à sua terapêutica”.

06.04.2010 – (Lusa)
PUBLICO.PT

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Written by CarlAn

07/04/2010 às 12:30

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