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Laboratórios: Gripe A (H1N1) deu mais saúde a cinco acções europeias

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Gripe A deu mais saúde a cinco acções europeias

Os principais laboratórios europeus que vacinaram e trataram a gripe pandémica juntaram mais de € 5,3 mil milhões em receitas durante o ano de 2009 e ofereceram mais saúde aos investidores nos últimos três anos de crise.

Para os accionistas das grandes companhias farmacêuticas europeias, os últimos anos de crise foram passados com menos nervos. As cinco maiores empresas cotadas em bolsa do sector (Novartis, Roche, GlaxoSmithKline, Sanofi-Aventis e Astrazeneca) fizeram valer a sua qualidade mais defensiva.

As suíças Novartis (subiu 6,79% desde Abril de 2007) e Roche (perdeu 1,56% no mesmo período) deixaram para trás as quedas do mercado accionista suíço, que desceu quase 5%, mas também a vizinha europeia Sanofi-Aventis (perdeu 3,76% nos últimos três anos) caiu menos do que as 40 maiores acções francesas (CAC 40 desceu mais de 20%), assim como a britânica Astrazeneca passou pelo turbilhão financeiro e económico dos últimos três anos com perdas de 4,80% face à descida de 23% da totalidade do mercado londrino.

O ano de 2009 foi particularmente favorável às companhias farmacêuticas. O estado de alerta de pandemia de gripe H1N1, decretado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) levou os governos de muitos países a procurar soluções de vacinação e o reflexo está nos resultados anuais apresentados pelas farmacêuticas. A empresa que mais receitas arrecadou decorrentes da nova estirpe da gripe foi a inglesa GlaxoSmithKline, com mais de 991 milhões de euros, seguida da maior empresa europeia do sector, a Novartis, que amealhou 719 milhões de euros em vendas.

Os antivirais usados no tratamento foram também fortes impulsionadores das receitas da Roche e da GlaxoSmithKline. O medicamento Tamiflu, produzido pela companhia suíça e usado no tratamento gripal, cresceu dos 384 milhões de euros de receitas em 2008 para os 2,12 mil milhões em 2009 e o produto farmacêutico concorrente, Relenza, valeu 808 milhões de euros à GlaxoSmithKline, depois de ter gerado 71 milhões de euros de receitas em 2008.

Ao todo, as cinco maiores empresas europeias do sector juntaram mais de 5,3 mil milhões de euros decorrentes da gripe que já matou 17483 pessoas em mais de 213 países, de acordo com os últimos números de Abril da OMS. Ainda assim, estas receitas são uma gota no oceano de vendas das companhias de saúde.

Ler artigo completo em… Expresso.pt

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Uma resposta

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  1. […] única “taxa” que aumentou devido a Gripe A/H1N1 foi a capitalização bolsista dos cinco maiores laboratórios farmacêuticos produtores das vacinas, esses sim, em plena crise mundial, conseguiram o feito de ficarem […]


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