Crohn's News Blog

Weblog – Informação sobre DII

Archive for the ‘OMS’ Category

Alcohol kills more than AIDS, TB or violence: WHO

leave a comment »

Health

Alcohol causes nearly 4 percent of deaths worldwide, more than AIDS, tuberculosis or violence, the World Health Organization warned on Friday.

Rising incomes have triggered more drinking in heavily populated countries in Africa and Asia, including India and South Africa, and binge drinking is a problem in many developed countries, the United Nations agency said.

Yet alcohol control policies are weak and remain a low priority for most governments despite drinking’s heavy toll on society from road accidents, violence, disease, child neglect and job absenteeism, it said.

Approximately 2.5 million people die each year from alcohol related causes, the WHO said in its “Global Status Report on Alcohol and Health.”

“The harmful use of alcohol is especially fatal for younger age groups and alcohol is the world’s leading risk factor for death among males aged 15-59,” the report found.
Leia o resto deste artigo »

Written by CarlAn

11/02/2011 at 18:54

OMS revê segurança de vacina contra gripe A após suspeita de distúrbio do sono

leave a comment »

Saúde | Gripe A

OMS revê segurança de vacina contra gripe A após suspeita de distúrbio do sono

Pesquisa da Finlândia diz que produto aumenta risco de narcolepsia em crianças

A OMS (Organização Mundial da Saúde) decidiu rever as condições de segurança da vacina contra a gripe H1N1, conhecida popularmente como suína, produzida pelo laboratório GlaxoSmithKline (GSK). Um estudo feito na Finlândia sugere que crianças e adolescentes que tomaram a dose têm nove vezes mais chances de sofrer de narcolepsia, um distúrbio que provoca episódios incontroláveis de sono e faz com que a pessoa durma sem motivo durante várias vezes ao dia.

O Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar da Finlândia começou uma investigação sobre o assunto em Agosto do ano passado, depois que o problema foi detectado em 17 crianças finlandesas que tomaram a vacina.
Leia o resto deste artigo »

Written by CarlAn

04/02/2011 at 02:08

Directora da OMS Margaret Chan diz que: O Mundo teve “sorte”

leave a comment »

Directora da OMS, Margaret Chan diz que: O Mundo teve “sorte”

Pandemia gripe A

A gripe A (H1N1) causou 18.500 mortos em todo o mundo desde que foi descoberta em Abril de 2009, disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.

Ao anunciar o fim da pandemia, Margaret Chan seguiu, uma vez mais, as recomendações da comissão de emergência reunida hoje de manhã para analisar a evolução da doença e decidir a necessidade, ou não, de terminar a pandemia declarada a 11 de Junho de 2009 face a um vírus de origem suína, aviária e humana considerado perigoso.

A comissão de 15 peritos foi consultada pela terceira vez desde Fevereiro, quando a propagação da doença dava sérios sinais de abrandamento no hemisfério norte.

Até hoje, a comissão tinha recusado declarar o fim da pandemia, afirmando esperar informações sobre a situação no hemisfério sul, actualmente no inverno austral.

Os 15 peritos dirigidos pelo australiano John Mackenzie decidiram também que a situação de emergência sanitária, declarada pouco depois da descoberta da doença a 23 de abril de 2009 no México, já não era actual, explicou ainda a responsável da ONU.
Leia o resto deste artigo »

Written by CarlAn

11/08/2010 at 01:00

Publicado em gripe A, H1N1, Margaret Chan, OMS, pandemia

Tagged with

Gripe A H1N1: Um milhão de casos e 124 mortes em Portugal

leave a comment »

Gripe A H1N1: Um milhão de casos e 124 mortes em Portugal 
Pandemia

Cerca de um milhão de casos de gripe A foram registados em Portugal, levando 1.436 pessoas a ser internadas e causando 124 mortes, segundo a Direcção Geral da Saúde.

Estes são os principais números do relatório da actividade epidémica gripal em Portugal em 2009, documento que será apresentado em Outubro no 2.º Congresso Nacional de Saúde Pública.

Segundo o director-geral da Saúde, Francisco George, a actividade do vírus da gripe A em Portugal verificou-se sobretudo entre Agosto de 2009 e Fevereiro de 2010, tendo tido a sua expressão máxima em Novembro do ano passado.

A esmagadora maioria dos casos foram ligeiros e moderados, mas ainda assim houve 193 doentes admitidos em cuidados intensivos e 124 mortes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou hoje o fim da primeira pandemia de gripe do século XXI.

Segundo a directora geral da OMS, a gripe A (H1N1) causou 18 500 mortos em todo o mundo desde que foi descoberta em Abril de 2009.

Francisco George referiu que esta declaração da passagem à “fase pós pandémica” já era esperada, realçando que a actividade viral em Portugal começou o seu declínio a partir de Janeiro, não tendo sido diagnosticados casos nos últimos meses.

No entanto, o responsável sublinha que o vírus que provocou a pandemia vai continuar a circular sobretudo nas semanas frias do ano.

“Por isso faz todo o sentido apelar para os portugueses se protegerem através dos serviços de vacinação. Para quem tem mais de 65 anos ou doenças crónicas devem fazer vacina sazonal trivalente, que inclui também este vírus. Os restantes cidadãos podem também ser imunizados em relação ao H1N1”, declarou Francisco George.
Lusa 10-07-2010

,

Powered by ScribeFire.

Written by CarlAn

10/08/2010 at 23:06

Publicado em gripe A, H1N1, OMS, pandemia

Tagged with ,

Gripe A (H1N1): Francisco George afirma que “vírus vai regressar”

leave a comment »


Gripe A: “O vírus vai regressar”, declarações de Francisco George, director-geral da Saúde
Gripe A – Portugal

A pandemia da gripe A ainda não acabou e no Outono surgirá uma segunda vaga, afirma o director-geral da Saúde, Francisco George, em entrevista à revista ‘Focus’ nesta quarta-feira.

“Sabemos que a actividade do vírus vai continuar, vai prosseguir e que será preponderante na próxima época e por isso faz todo o sentido as pessoas continuarem a vacinar-se”, sustenta Francisco George.

O director-geral da Saúde afirma ainda que “o vírus não vai desaparecer. Temos a certeza que vai regressar e vai ser responsável por nova actividade epidémica”, acrescentando que “não se sabe que intensidade (o vírus) terá”.

Em relação as vítimas mortais, Francisco George diz que em Portugal, “foram registados 122 óbitos com uma idade muito inferior à gripe sazonal”.
Correio da Manhã


No Outono o vírus volta, era de se esperar, foi a estirpe predominante em 2009 e voltará com certeza, isso é certo, e de uma outra coisa poderemos também afiançar, as entidades oficiais continuarão a relembra-nos desse facto por vários motivos.

Primeiro porque temos por cá mais de 3 milhões de vacinas nos frigoríficos em vias de passar de prazo, parece que a GSK não está pelos ajustes de receber ou renegociar mais excedentes de vacinas, relembro que Portugal já devolveu 2 milhões, inicialmente comprou 6 milhões, apenas cerca de 700 mil pessoas foi imunizada contra o H1N1, sobrando assim mais de 3 milhões de vacinas.

.

Depois há que manter a coisa em banho-de-maria, não deixar cair em esquecimento, ir lembrando, ir sempre criando e alimentando o receio e o medo, de facto é disso que se trata, “receio, alarmismo e medo”, enjeitando sempre que, desde a OMS até ao diversos governos nacionais, foram “precipitados” na avaliação do risco, foram “irresponsáveis” no esbanjamento dos dinheiros públicos e foram “alarmistas” e “inaptos” na comunicação com o publico, por isso, há que não baixar a guarda não reconhecer o erro nem o facto, e ir mantendo a coisa em banho-de-maria, entretanto culpando os Blogs e as redes social pela sua própria incapacidade …


De facto tivemos um dos anos com menor taxa de mortalidade por gripe, todos os anos morre por complicações associadas a influenza (gripe sazonal) cerca de 250.000/500.000 pessoas em todo o mundo, Portugal seguiu a mesma tendência, tivemos também uma das menores taxas de mortalidade desde há muitos anos.

.

.


A única “taxa” que aumentou devido a Gripe A/H1N1 foi a capitalização bolsista dos cinco maiores laboratórios farmacêuticos produtores das vacinas, esses sim, em plena crise mundial, conseguiram o feito de ficarem “imunizados” (lucrando mais de 5 mil milhões) contra as percas na bolsa.

.

.

.

.

Relacionados:
Gripe A (H1N1) mata menos que gripe sazonal, diz o Instituto Ricardo Jorge

… com a gripe sazonal. Durante cinco semanas a mortalidade foi muito superior ao esperado pelo Sistema de Vigilância Diária da Mortalidade. A  coordenadora da Unidade de Referência e Vigilância Epidemiológica …
Sexta, 05 Fevereiro 2010

APCE: OMS e farmacêuticas acusadas de alarmismo em relação a pandemia de gripe A (H1N1)

… que por causa da gripe sazonal, como os países que não fizeram campanhas de vacinação não tiveram mortalidade maior. Assim, pediu à OMS que retire o nível de alerta pandémico 6, em vigor para a gripe
Segunda, 29 Março 2010
Gripe A (H1N1): Pandemia é menos mortal do que se pensava, revela estudo

… que a taxa de mortalidade causada pela doença ronda os 0,026 por cento, com base na análise de dados oficiais de Novembro. Os cientistas britânicos recuam e afirmam que a pandemia do H1n1 é cem vezes …
Sexta, 11 Dezembro 2009

Gripe A (H1N1) e taxas de mortalidade – infografia
(Gripe A/H1N1/Infografía)

Gripe A (H1N1) e taxas de mortalidade no mundo Doenças várias e percentagens na mortalidade.
Será a pandemia da gripe um exagero? infografia …
Terça, 27 Outubro 2009

Gripe A H1N1: Conselho da Europa vai investigar se farmacêuticas contribuíram para fomentar o pânico

… de 43 e 51 anos, ambas com factores de risco. Mesmo assim, comparando com outros anos, a mortalidade continua abaixo do esperado para época de gripe. No entanto, o Centro Europeu para Prevenção e Controlo …
Sábado, 09 Janeiro 2010

, , , , , ,

Powered by ScribeFire.

Written by CarlAn

22/04/2010 at 22:42

Gripe A (H1N1): OMS culpa Internet e redes sociais por falha na vacinação

with one comment


Gripe A (H1N1): OMS culpa Internet e redes sociais por falha na vacinação

Direcção-Geral da Saúde também está a avaliar a forma como geriu a situação e vai publicar um relatório em breve.

Informações falsas, especulação e rumores difundidos pela Internet dificultaram o trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS) na gestão da pandemia de gripe A e sobretudo na aceitação da vacina contra o H1N1. Este é um dos argumentos apresentados ontem pelo coordenador Keiji Fukuda para justificar o que correu mal, na reunião de peritos convocada pela própria OMS para avaliar as falhas na gestão da pandemia.
Um diagnóstico partilhado pelo director-geral da Saúde, Francisco George. Aliás, o responsável revelou ao DN que já iniciou uma avaliação à forma como se geriu a pandemia em Portugal. “Estamos a ultimar um relatório que terá um capítulo dedicado à avaliação”, disse ao DN. E nele também concluíram que a importância dos novos media foi subestimada – sobretudo “no empolamento de opiniões” sobre a doença que não tinham fundamento científico.

“Concluímos que é necessário estudar este fenómeno para perceber melhor como comunicar” numa nova era. Uma era em que a informação viaja mais rapidamente por correio electrónico, blogues e redes sociais na Internet do que pelos canais oficiais. E é muito difícil corrigir as ideias erradas depois de começarem a circular na Net, admite. […]

Um dos temas mais polémicos que o comité vai analisar é a acusação de que a OMS exagerou a gravidade desta nova gripe sob influência das farmacêuticas. Sobretudo quanto à necessidade de vacinas. Isto, porque muitos países ficaram com milhões de doses por utilizar, como aconteceu em Portugal.

O Ministério da Saúde (MS) comprou seis milhões de doses à farmacêutica GlaxoSmithKline, por 45 milhões de euros, e até ao final de Março tinham sido utilizadas cerca de 700 mil, com uma adesão claramente inferior ao esperado. A ministra Ana Jorge negociou a devolução de dois milhões de doses mas sobram mais de três milhões – algumas serão utilizadas na próxima estação da gripe, mas o MS quer devolver mais.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1543350

 

Powered by ScribeFire.

Written by CarlAn

18/04/2010 at 20:13

Laboratórios: Gripe A (H1N1) deu mais saúde a cinco acções europeias

with one comment


Gripe A deu mais saúde a cinco acções europeias

Os principais laboratórios europeus que vacinaram e trataram a gripe pandémica juntaram mais de € 5,3 mil milhões em receitas durante o ano de 2009 e ofereceram mais saúde aos investidores nos últimos três anos de crise.

Para os accionistas das grandes companhias farmacêuticas europeias, os últimos anos de crise foram passados com menos nervos. As cinco maiores empresas cotadas em bolsa do sector (Novartis, Roche, GlaxoSmithKline, Sanofi-Aventis e Astrazeneca) fizeram valer a sua qualidade mais defensiva.

As suíças Novartis (subiu 6,79% desde Abril de 2007) e Roche (perdeu 1,56% no mesmo período) deixaram para trás as quedas do mercado accionista suíço, que desceu quase 5%, mas também a vizinha europeia Sanofi-Aventis (perdeu 3,76% nos últimos três anos) caiu menos do que as 40 maiores acções francesas (CAC 40 desceu mais de 20%), assim como a britânica Astrazeneca passou pelo turbilhão financeiro e económico dos últimos três anos com perdas de 4,80% face à descida de 23% da totalidade do mercado londrino.

O ano de 2009 foi particularmente favorável às companhias farmacêuticas. O estado de alerta de pandemia de gripe H1N1, decretado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) levou os governos de muitos países a procurar soluções de vacinação e o reflexo está nos resultados anuais apresentados pelas farmacêuticas. A empresa que mais receitas arrecadou decorrentes da nova estirpe da gripe foi a inglesa GlaxoSmithKline, com mais de 991 milhões de euros, seguida da maior empresa europeia do sector, a Novartis, que amealhou 719 milhões de euros em vendas.

Os antivirais usados no tratamento foram também fortes impulsionadores das receitas da Roche e da GlaxoSmithKline. O medicamento Tamiflu, produzido pela companhia suíça e usado no tratamento gripal, cresceu dos 384 milhões de euros de receitas em 2008 para os 2,12 mil milhões em 2009 e o produto farmacêutico concorrente, Relenza, valeu 808 milhões de euros à GlaxoSmithKline, depois de ter gerado 71 milhões de euros de receitas em 2008.

Ao todo, as cinco maiores empresas europeias do sector juntaram mais de 5,3 mil milhões de euros decorrentes da gripe que já matou 17483 pessoas em mais de 213 países, de acordo com os últimos números de Abril da OMS. Ainda assim, estas receitas são uma gota no oceano de vendas das companhias de saúde.

Ler artigo completo em… Expresso.pt

Powered by ScribeFire.

%d bloggers like this: