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Archive for the ‘pandemia’ Category

Directora da OMS Margaret Chan diz que: O Mundo teve “sorte”

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Directora da OMS, Margaret Chan diz que: O Mundo teve “sorte”

Pandemia gripe A

A gripe A (H1N1) causou 18.500 mortos em todo o mundo desde que foi descoberta em Abril de 2009, disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.

Ao anunciar o fim da pandemia, Margaret Chan seguiu, uma vez mais, as recomendações da comissão de emergência reunida hoje de manhã para analisar a evolução da doença e decidir a necessidade, ou não, de terminar a pandemia declarada a 11 de Junho de 2009 face a um vírus de origem suína, aviária e humana considerado perigoso.

A comissão de 15 peritos foi consultada pela terceira vez desde Fevereiro, quando a propagação da doença dava sérios sinais de abrandamento no hemisfério norte.

Até hoje, a comissão tinha recusado declarar o fim da pandemia, afirmando esperar informações sobre a situação no hemisfério sul, actualmente no inverno austral.

Os 15 peritos dirigidos pelo australiano John Mackenzie decidiram também que a situação de emergência sanitária, declarada pouco depois da descoberta da doença a 23 de abril de 2009 no México, já não era actual, explicou ainda a responsável da ONU.
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Written by CarlAn

11/08/2010 at 01:00

Publicado em gripe A, H1N1, Margaret Chan, OMS, pandemia

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Gripe A H1N1: Um milhão de casos e 124 mortes em Portugal

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Gripe A H1N1: Um milhão de casos e 124 mortes em Portugal 
Pandemia

Cerca de um milhão de casos de gripe A foram registados em Portugal, levando 1.436 pessoas a ser internadas e causando 124 mortes, segundo a Direcção Geral da Saúde.

Estes são os principais números do relatório da actividade epidémica gripal em Portugal em 2009, documento que será apresentado em Outubro no 2.º Congresso Nacional de Saúde Pública.

Segundo o director-geral da Saúde, Francisco George, a actividade do vírus da gripe A em Portugal verificou-se sobretudo entre Agosto de 2009 e Fevereiro de 2010, tendo tido a sua expressão máxima em Novembro do ano passado.

A esmagadora maioria dos casos foram ligeiros e moderados, mas ainda assim houve 193 doentes admitidos em cuidados intensivos e 124 mortes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou hoje o fim da primeira pandemia de gripe do século XXI.

Segundo a directora geral da OMS, a gripe A (H1N1) causou 18 500 mortos em todo o mundo desde que foi descoberta em Abril de 2009.

Francisco George referiu que esta declaração da passagem à “fase pós pandémica” já era esperada, realçando que a actividade viral em Portugal começou o seu declínio a partir de Janeiro, não tendo sido diagnosticados casos nos últimos meses.

No entanto, o responsável sublinha que o vírus que provocou a pandemia vai continuar a circular sobretudo nas semanas frias do ano.

“Por isso faz todo o sentido apelar para os portugueses se protegerem através dos serviços de vacinação. Para quem tem mais de 65 anos ou doenças crónicas devem fazer vacina sazonal trivalente, que inclui também este vírus. Os restantes cidadãos podem também ser imunizados em relação ao H1N1”, declarou Francisco George.
Lusa 10-07-2010

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10/08/2010 at 23:06

Publicado em gripe A, H1N1, OMS, pandemia

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Gripe A (H1N1): Propagação da Gripe foi mais baixa do que se esperava, diz ministra saúde

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Propagação da Gripe A foi mais baixa do que se esperava
Gripe A – Portugal
Faz hoje um ano que foi detectado o primeiro caso de gripe A em Portugal

A ministra da Saúde reconheceu ontem que a propagação do vírus da gripe A foi mais reduzida em Portugal do que se esperava, na véspera de se assinalar um ano do primeiro caso detectado no país.

“Fomos capazes de tomar medidas eficazes do ponto de vista da prevenção e da higiene da população, o que fez com que a propagação do vírus tenha reduzido muito e não tenha sido tão grave como o risco apontava”, afirmou Ana Jorge aos jornalistas.

Fonte: Lusa | 2010-05-04

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05/05/2010 at 15:43

Publicado em gripe A, H1N1, pandemia, Saúde, swineflu

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Gripe A (H1N1): Francisco George afirma que “vírus vai regressar”

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Gripe A: “O vírus vai regressar”, declarações de Francisco George, director-geral da Saúde
Gripe A – Portugal

A pandemia da gripe A ainda não acabou e no Outono surgirá uma segunda vaga, afirma o director-geral da Saúde, Francisco George, em entrevista à revista ‘Focus’ nesta quarta-feira.

“Sabemos que a actividade do vírus vai continuar, vai prosseguir e que será preponderante na próxima época e por isso faz todo o sentido as pessoas continuarem a vacinar-se”, sustenta Francisco George.

O director-geral da Saúde afirma ainda que “o vírus não vai desaparecer. Temos a certeza que vai regressar e vai ser responsável por nova actividade epidémica”, acrescentando que “não se sabe que intensidade (o vírus) terá”.

Em relação as vítimas mortais, Francisco George diz que em Portugal, “foram registados 122 óbitos com uma idade muito inferior à gripe sazonal”.
Correio da Manhã


No Outono o vírus volta, era de se esperar, foi a estirpe predominante em 2009 e voltará com certeza, isso é certo, e de uma outra coisa poderemos também afiançar, as entidades oficiais continuarão a relembra-nos desse facto por vários motivos.

Primeiro porque temos por cá mais de 3 milhões de vacinas nos frigoríficos em vias de passar de prazo, parece que a GSK não está pelos ajustes de receber ou renegociar mais excedentes de vacinas, relembro que Portugal já devolveu 2 milhões, inicialmente comprou 6 milhões, apenas cerca de 700 mil pessoas foi imunizada contra o H1N1, sobrando assim mais de 3 milhões de vacinas.

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Depois há que manter a coisa em banho-de-maria, não deixar cair em esquecimento, ir lembrando, ir sempre criando e alimentando o receio e o medo, de facto é disso que se trata, “receio, alarmismo e medo”, enjeitando sempre que, desde a OMS até ao diversos governos nacionais, foram “precipitados” na avaliação do risco, foram “irresponsáveis” no esbanjamento dos dinheiros públicos e foram “alarmistas” e “inaptos” na comunicação com o publico, por isso, há que não baixar a guarda não reconhecer o erro nem o facto, e ir mantendo a coisa em banho-de-maria, entretanto culpando os Blogs e as redes social pela sua própria incapacidade …


De facto tivemos um dos anos com menor taxa de mortalidade por gripe, todos os anos morre por complicações associadas a influenza (gripe sazonal) cerca de 250.000/500.000 pessoas em todo o mundo, Portugal seguiu a mesma tendência, tivemos também uma das menores taxas de mortalidade desde há muitos anos.

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A única “taxa” que aumentou devido a Gripe A/H1N1 foi a capitalização bolsista dos cinco maiores laboratórios farmacêuticos produtores das vacinas, esses sim, em plena crise mundial, conseguiram o feito de ficarem “imunizados” (lucrando mais de 5 mil milhões) contra as percas na bolsa.

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Sábado, 09 Janeiro 2010

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22/04/2010 at 22:42

Gripe A (H1N1): OMS culpa Internet e redes sociais por falha na vacinação

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Gripe A (H1N1): OMS culpa Internet e redes sociais por falha na vacinação

Direcção-Geral da Saúde também está a avaliar a forma como geriu a situação e vai publicar um relatório em breve.

Informações falsas, especulação e rumores difundidos pela Internet dificultaram o trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS) na gestão da pandemia de gripe A e sobretudo na aceitação da vacina contra o H1N1. Este é um dos argumentos apresentados ontem pelo coordenador Keiji Fukuda para justificar o que correu mal, na reunião de peritos convocada pela própria OMS para avaliar as falhas na gestão da pandemia.
Um diagnóstico partilhado pelo director-geral da Saúde, Francisco George. Aliás, o responsável revelou ao DN que já iniciou uma avaliação à forma como se geriu a pandemia em Portugal. “Estamos a ultimar um relatório que terá um capítulo dedicado à avaliação”, disse ao DN. E nele também concluíram que a importância dos novos media foi subestimada – sobretudo “no empolamento de opiniões” sobre a doença que não tinham fundamento científico.

“Concluímos que é necessário estudar este fenómeno para perceber melhor como comunicar” numa nova era. Uma era em que a informação viaja mais rapidamente por correio electrónico, blogues e redes sociais na Internet do que pelos canais oficiais. E é muito difícil corrigir as ideias erradas depois de começarem a circular na Net, admite. […]

Um dos temas mais polémicos que o comité vai analisar é a acusação de que a OMS exagerou a gravidade desta nova gripe sob influência das farmacêuticas. Sobretudo quanto à necessidade de vacinas. Isto, porque muitos países ficaram com milhões de doses por utilizar, como aconteceu em Portugal.

O Ministério da Saúde (MS) comprou seis milhões de doses à farmacêutica GlaxoSmithKline, por 45 milhões de euros, e até ao final de Março tinham sido utilizadas cerca de 700 mil, com uma adesão claramente inferior ao esperado. A ministra Ana Jorge negociou a devolução de dois milhões de doses mas sobram mais de três milhões – algumas serão utilizadas na próxima estação da gripe, mas o MS quer devolver mais.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1543350

 

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18/04/2010 at 20:13

Ministério da Saúde vai oferecer medicamento para gripe A (H1N1)

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Ministério da Saúde vai oferecer medicamento para gripe A (H1N1)

O medicamento estará disponível nas unidades do programa Farmácia Popular; os pacientes devem apresentar a receita
Gripe A – Brasil

O Ministério da Saúde anunciou ontem que as 530 unidades do programa Farmácia Popular vão oferecer o fármaco fosfato de oseltamivir, usado para o tratamento da gripe A (H1N1).

Para retirar o medicamento gratuitamente, os pacientes deverão apresentar documento de identidade e receita médica da rede pública ou privada.

A receita terá validade de cinco dias e ficará retida na farmácia . Segundo o ministério, o remédio já está disponível desde o dia de ontem. No total, a previsão é distribuir até 2 milhões de unidades do medicamento.
(BRASÍLIA) o Globo

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16/04/2010 at 11:23

Publicado em Brasil, gripe A, H1N1, pandemia

H1N1:Vacinação de grávidas e doentes crónicos está abaixo do esperado, diz Saúde

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H1N1:Vacinação de grávidas e doentes crónicos está abaixo do esperado, diz Saúde
Gripe A – Brasil

20,4 milhões de pessoas foram vacinadas desde início da campanha. Vacinação de grávidas atingiu 48% e de doentes crónicos, 44,2%.

O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (13) que 20,4 milhões de pessoas foram vacinadas contra o vírus H1N1 desde o início da campanha, no dia 8 de Março. O número representa 34,8% do público-alvo das três primeiras etapas da vacinação.

A imunização de mulheres grávidas (48,7%) e pessoas com doenças crónicas (44,2%) está abaixo do esperado, segundo o ministério. Já a vacinação de funcionários da área de saúde superou 97% e a de crianças entre 2 e 6 anos atingiu, até o momento, 73%. Grávidas, crianças pequenas, doentes crónicos e jovens entre 20 e 29 anos têm até o dia 23 para se vacinar. Deste último grupo 20,2% foram imunizados.

Para ser imunizado, é preciso ir aos postos de vacinação levando documento de identidade com foto. O medicamento é contra-indicado a quem tem alergia a ovo.

Na última sexta-feira o Ministério da Saúde prorrogou até o dia 23 de Abril a vacinação de grávidas, doentes crónicos (excepto idosos) e crianças de seis meses e menores de dois anos.

Para quem faz parte desses grupos, não é necessário apresentar atestado médico comprovando gravidez ou doença crónica. Na vacinação das crianças, pais e responsáveis devem levar aos locais de imunização apenas os bebés que já completaram seis meses de idade e os menores de dois anos.

Em relação aos doentes crónicos, devem procurar os postos de vacinação pessoas com menos de 60 anos que têm problemas sérios de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids (HIV) e câncer ou os chamados grandes obesos.

Aqueles que serão vacinados devem levar aos postos um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação do adulto, se possuírem.

Calendário de vacinação (clique em Ler o resto…)

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13/04/2010 at 17:30

Laboratórios: Gripe A (H1N1) deu mais saúde a cinco acções europeias

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Gripe A deu mais saúde a cinco acções europeias

Os principais laboratórios europeus que vacinaram e trataram a gripe pandémica juntaram mais de € 5,3 mil milhões em receitas durante o ano de 2009 e ofereceram mais saúde aos investidores nos últimos três anos de crise.

Para os accionistas das grandes companhias farmacêuticas europeias, os últimos anos de crise foram passados com menos nervos. As cinco maiores empresas cotadas em bolsa do sector (Novartis, Roche, GlaxoSmithKline, Sanofi-Aventis e Astrazeneca) fizeram valer a sua qualidade mais defensiva.

As suíças Novartis (subiu 6,79% desde Abril de 2007) e Roche (perdeu 1,56% no mesmo período) deixaram para trás as quedas do mercado accionista suíço, que desceu quase 5%, mas também a vizinha europeia Sanofi-Aventis (perdeu 3,76% nos últimos três anos) caiu menos do que as 40 maiores acções francesas (CAC 40 desceu mais de 20%), assim como a britânica Astrazeneca passou pelo turbilhão financeiro e económico dos últimos três anos com perdas de 4,80% face à descida de 23% da totalidade do mercado londrino.

O ano de 2009 foi particularmente favorável às companhias farmacêuticas. O estado de alerta de pandemia de gripe H1N1, decretado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) levou os governos de muitos países a procurar soluções de vacinação e o reflexo está nos resultados anuais apresentados pelas farmacêuticas. A empresa que mais receitas arrecadou decorrentes da nova estirpe da gripe foi a inglesa GlaxoSmithKline, com mais de 991 milhões de euros, seguida da maior empresa europeia do sector, a Novartis, que amealhou 719 milhões de euros em vendas.

Os antivirais usados no tratamento foram também fortes impulsionadores das receitas da Roche e da GlaxoSmithKline. O medicamento Tamiflu, produzido pela companhia suíça e usado no tratamento gripal, cresceu dos 384 milhões de euros de receitas em 2008 para os 2,12 mil milhões em 2009 e o produto farmacêutico concorrente, Relenza, valeu 808 milhões de euros à GlaxoSmithKline, depois de ter gerado 71 milhões de euros de receitas em 2008.

Ao todo, as cinco maiores empresas europeias do sector juntaram mais de 5,3 mil milhões de euros decorrentes da gripe que já matou 17483 pessoas em mais de 213 países, de acordo com os últimos números de Abril da OMS. Ainda assim, estas receitas são uma gota no oceano de vendas das companhias de saúde.

Ler artigo completo em… Expresso.pt

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OMS reconhece falhas na gestão de informação sobre Gripe A (H1N1) e cria comité de 29 especialistas

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OMS reconhece falhas na gestão de informação sobre Gripe A (H1N1) e cria comité de 29 especialistas

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Margaret Chan e Keiji Fukuda da OMS


A Organização Mundial de Saúde, OMS, reconhece que não soube comunicar de forma conveniente as incertezas relacionadas com a pandemia de gripe A.

O especialista principal da OMS para a Gripe, Keiji Fukuda, afirmou hoje que o esclarecimento de dúvidas pode ter sido interpretado como um processo não transparente.

A OMS reconheceu dificuldades na gestão da informação sobre a pandemia que ainda está declarada oficialmente.

Será preciso esperar ainda mais um ano ou dois para ter uma ideia da dimensão mortal do vírus H1N1.

 

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12/04/2010 at 17:38

Publicado em gripe A, GSK, H1N1, OMS, pandemia, Saúde

Metade dos mortos de São Paulo por gripe A era doente crónico, Gripe A – Brasil

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Metade dos mortos de São Paulo por gripe A era doente crónico
Gripe A – Brasil

Os portadores de doenças crónicas ainda são as maiores vítimas da Influenza A (H1N1) (chamada gripe suína), no Estado de São Paulo: 56% dos óbitos de 2009 foram de pessoas com obesidade, pneumopatias e cardiopatias. É o que revela o levantamento realizado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual da Saúde (divulgado dia 8 de Abril).

Os portadores de doenças crónicas fazem parte de um dos grupos prioritários para imunização e devem se vacinar até 23 de Abril, junto com gestantes e crianças com idade entre seis meses e dois anos.


Os dados demonstram a importância da vacinação para os grupos preferenciais, que devem acompanhar o calendário de imunização. Actualmente, na terceira etapa da campanha, devem tomar a vacina adultos saudáveis entre 20 e 29 anos – são 7,3 milhões de paulistas nesta faixa etária.

“É importante que as pessoas fiquem atentas às datas correspondentes ao seu grupo de vacinação, em especial os portadores de doenças crónicas, cujos estudos apontam como as principais vítimas no ano passado.

O balanço preliminar aponta que até 1º de Abril 2 milhões de pessoas foram imunizadas contra a gripe A em todo o Estado. Só na Capital, mais de 600 mil pessoas receberam a dose. Foram vacinados 577,2 mil trabalhadores da saúde, 659,3 mil doentes crónicos, 526,2 mil crianças com mais de seis meses e menores de 2 anos, 228,2 mil gestantes e 4,8 mil índios.

Estadao.com.br

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10/04/2010 at 11:47

Cerca de 200 mil pessoas vacinadas em Cuba contra gripe A (H1N1)

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Cerca de 200 mil pessoas vacinadas em Cuba contra gripe A (H1N1)

 Desde que iniciou-se em Cuba a campanha de vacinação contra a gripe A(H1N1) no passado 1 de Abril até hoje foram aplicadas quase 200 mil doses, informou o Dr. Luis Estruch, vice-ministro de saúde pública.

80 por cento do total de grávidas a serem imunizar já recebeu a vacina, destacou o especialista que recordou que está previsto vacinar a um milhão 124 mil pessoas, seleccionadas como vulneráveis de padecer da doença.


Manifestou que a vacina, doada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é de grande qualidade e efectividade, e pode provocar algumas reacções adversas,  que têm sido valorizadas pelos especialistas de leves.

Entre as mais frequentes estão, cefaleias, dor no lugar da injecção, mal-estar geral. Reafirmou que até o momento não se produziu nenhum evento grave, nem também não falecimentos.

Destacou que nas últimas semanas se notou um incremento das infecção respiratórias aliadas com a circulação do vírus da influenza A/H1N1, situação que corresponde com o que se observa no resto dos países da região das Américas.

É por isso que a população deve estar alerta, e manter todas as medidas de higiene necessárias para evitar a transmissão do patogênico, em particular a lavagem frequente de mãos com água e sabão, cobrir boca e o nariz ao espirrar ou tossir, evitar lugares públicos se a pessoa estiver doente.

Também recomendou ir ao médico logo diante de qualquer sintomatologia que sugira o início de um estado gripal, como falta de ar, obstrução nasal, tosse, decaimento. Sempre que se diagnostique e trate a tempo, a influenza A(H1N1) cursa sem complicações, informou Estruch.
Havana, 9 Abril (Prensa Latina)
Noticias de Prensa Latina

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09/04/2010 at 17:28

Publicado em Cuba, gripe A, H1N1, OMS, pandemia, swineflu, vacina

GSK chega a acordo com Reino Unido sobre vacinas excedentes contra gripe A (H1N1)

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GSK chega a acordo com Reino Unido sobre vacinas excedentes contra gripe A (H1N1)

O Departamento de Saúde do Reino Unido anunciou esta quarta-feira um acordo com a GlaxoSmithKline (GSK) para limitar o contrato existente para vacinas contra a gripe A (H1N1) para 34,8 milhões de doses, avança o site FirstWord.
O Departamento de Saúde disse que o acordo representa um “valor justo” para ambas as partes, com o secretário da Saúde, Andy Burnham, a sublinhar que, como resultado, “o Reino Unido vai economizar cerca de um terço do valor original das encomendas” feitas à farmacêutica.

Em contrapartida, o governo britânico disse que vai comprar a vacina da gripe aviária H5N1 e a Relenza® da GlaxoSmithKline para substituir as utilizadas durante a pandemia de H1N1. Burnham disse que “a probabilidade de uma pandemia de gripe aviária … não diminuiu”, acrescentando que “este acordo significa que estamos prontos, se uma pandemia … ocorrer”.

O Departamento de Saúde disse ainda que a 28 de de Fevereiro que rescindiu o seu contrato com a Baxter para fornecer a vacina da gripe A (H1N1).

RCM Pharma – Marketing Farmacêutico

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08/04/2010 at 13:00

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