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Gripe A H1N1: Debate de urgência no Conselho da Europa foi adiado

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Gripe A H1N1: Debate de urgência no Conselho da Europa foi adiado

Um debate de urgência sobre a gripe A (H1N1) previsto para quinta-feira não conseguiu reunir o consenso da assembleia parlamentar do Conselho Europeu, a decorrer em Estrasburgo, e foi adiado.

Subordinado ao tema «Falsas pandemias: uma ameaça para a saúde», o debate deveria analisar um relatório que denuncia a actuação dos grandes laboratórios farmacêutico

A 14 de Janeiro, apresentou uma moção para investigar a eventual existência de conflito de interesses entre a Organização Mundial de Saúde (OMS) e as farmacêuticas.

O parlamentar alemão Wolfgang Wodarg declarou na altura que se assistiu «ao maior escândalo médico do século» e acusou a OMS de ter «relações impróprias» com as empresas do sector farmacêutico.

Subordinado ao tema «Falsas pandemias: uma ameaça para a saúde», o debate deveria analisar um relatório que denuncia a actuação dos grandes laboratórios farmacêuticos e uma alegada influência na compra de milhões de vacinas pelos governos de todo o mundo para combater o vírus H1N1.

Um total de 96 parlamentares votou a favor da realização do debate e 82 contra, sendo necessária uma maioria de dois terços para aprovar o projecto de resolução.

Ver entrevista de Wolfgang Wodarg em vídeo…

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Apesar do adiamento do debate, ainda sem nova data, o assunto será analisado terça-feira numa audição pública da Comissão de Assuntos Sociais, Saúde e Família, realizada à margem da assembleia parlamentar do Conselho Europeu.

O relatório em análise é da responsabilidade do presidente da comissão de Saúde, o socialista alemão Wolfgang Wodarg.

Ler mais em …http://crohn.netne.net/index.php/dossier-gripe-a/44-dossier-gripe-a/698-gripe-a-h1n1-debate-de-urgencia-no-conselho-da-europa-foi-adiado
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Gripe A H1N1: Governos europeus tentam revender sobras de vacina e renegociar contratos com farmacêuticas

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Gripe A H1N1: Governos europeus tentam revender sobras de vacina e renegociar contratos com farmacêuticas

imageApenas cerca de 6 milhões vacinaram-se na Alemanha

Vários Países europeus compraram mais do que necessário e tentam vender os seus excedentes de vacina contra a gripe H1N1. Governos querem refazer os contratos, enquanto o vírus parece ter-se enfraquecido na Europa Ocidental.

A França foi o último a juntar-se à crescente lista de países europeus que estão a querer vender os seus excedentes de vacina contra a gripe H1N1, também chamada de  “gripe suína”. O governo francês admitiu ter comprado muito mais do que o necessário, facto que provocou uma forte onda de críticas, tanto de políticos da oposição como da própria coligação governamental.

Diversos vizinhos europeus seguem o mesmo caminho.
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big pharmas e a pandemia do H1N1

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Novo laboratório vai desenvolver vacinas para países pobres

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Novo laboratório vai desenvolver vacinas para países pobres

É a primeira associação do género em todo o mundo: a farmacêutica americana Merck Sharp & Dohme MSD e a organização sem fins lucrativos Wellcome Trust uniram-se para a investigação e o desenvolvimento de vacinas destinadas a países pouco desenvolvidos, avança o jornal i.

Com sede na Índia, a “MSD Wellcome Trust Hilleman Laboratories”, além de trabalhar no sentido de diminuir a falta de distribuição, vai empenhar-se na optimização das vacinas. Este programa inclui o desenvolvimento de vacinas que não necessitem de refrigeração e a vacina contra o group A streptococci, bactéria que causa mais de 500 mil mortes por ano em todo o mundo.

“É urgente desenvolver novas formas de investigação científica que se traduzam em novas vacinas que possam salvar a vida de pessoas que vivam em países mais pobres”, salientou o presidente da MSD, Richard Clark.

Miguel Vieira, responsável da MSD, explicou ao jornal i que esta iniciativa “se enquadra na vertente de responsabilidade social da Merck SD”.

A distribuição de medicamentos a nível mundial e o apoio à criação de centros hospitalares foram algumas das iniciativas nas quais a farmacêutica esteve envolvida.

A Hilleman Laboratories contará com cerca de 60 investigadores e espera-se que comece a funcionar já em 2010.
A MSD e a organização Wellcome Trust vão investir um total de 99 milhões de euros nos próximos sete anos.share-buttonCrohn's News no Twitter

Written by CarlAn

21/09/2009 at 19:37

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