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FDA adverte Roche e Shire sobre publicidade enganosa de fármacos

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FDA adverte Roche e Shire sobre publicidade enganosa de fármacos

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A entidade reguladora norte-americana dos EUA, a FDA, advertiu a Genentech, unidade da Roche Holding AG, e a Shire Plc sobre promoções enganosas de fármacos para o cancro e para o intestino, segundo cartas divulgadas na quarta-feira, citadas pela agência Reuters.
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Numa carta de 29 de Abril, a FDA disse que o material promocional da Genentech fazia reivindicações não comprovadas da eficácia do fármaco para o cancro Rituxan® e não mencionou informações de risco importantes.

O QUE É PENTASA, COMPRIMIDOS DE LIBERTAÇÃO PROLONGADA E PARA QUE É UTILIZADO

O PENTASA, comprimidos de libertação prolongada apresenta-se na forma de comprimidos contendo 500 mg de Messalazina.

O PENTASA, comprimidos de libertação prolongada encontra-se disponível em embalagens blisters ou frascos de vidro de 20 e 60 comprimidos.

O PENTASA, comprimidos de libertação prolongada é utilizado no tratamento de ataques agudos de Colite ulcerosa ligeira a moderada ou na manutenção da remissão na colite ulcerosa ou na Doença de Crohn.



Bula: http://www.infarmed.pt/infomed/download_ficheiro.php?med_id=6761&tipo_doc=fi
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“O efeito geral dessas publicidades enganosas prejudica a comunicação de informações de risco importantes, sugerindo que o Rituxan® é mais seguro do que tem sido demonstrado”, disse a FDA sobre os materiais que eram destinados a médicos.

O porta-voz da Genentech Edward Lang afirmou que a empresa vai trabalhar para remover todos os materiais enganosos.

A FDA escreveu duas cartas à Shire opondo-se a materiais de vendas de medicamentos para tratar a colite ulcerosa, uma inflamação crónica no intestino.

A agência disse que uma brochura da Shire, desenvolvida para médicos, exagera na eficácia e omite algumas informações sobre o medicamento Lialda®. Outra promoção para médicos fazia reivindicações não comprovadas da eficácia do fármaco da empresa, o Pentasa®.

O porta-voz da Shire Matt Cabrey disse que a empresa deixou de usar as promoções citadas pela FDA e está a trabalhar com a agência para resolver as questões levantadas nas cartas.

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Fonte: pop.eu.com | 2010-05-06

Laboratórios: Gripe A (H1N1) deu mais saúde a cinco acções europeias

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Gripe A deu mais saúde a cinco acções europeias

Os principais laboratórios europeus que vacinaram e trataram a gripe pandémica juntaram mais de € 5,3 mil milhões em receitas durante o ano de 2009 e ofereceram mais saúde aos investidores nos últimos três anos de crise.

Para os accionistas das grandes companhias farmacêuticas europeias, os últimos anos de crise foram passados com menos nervos. As cinco maiores empresas cotadas em bolsa do sector (Novartis, Roche, GlaxoSmithKline, Sanofi-Aventis e Astrazeneca) fizeram valer a sua qualidade mais defensiva.

As suíças Novartis (subiu 6,79% desde Abril de 2007) e Roche (perdeu 1,56% no mesmo período) deixaram para trás as quedas do mercado accionista suíço, que desceu quase 5%, mas também a vizinha europeia Sanofi-Aventis (perdeu 3,76% nos últimos três anos) caiu menos do que as 40 maiores acções francesas (CAC 40 desceu mais de 20%), assim como a britânica Astrazeneca passou pelo turbilhão financeiro e económico dos últimos três anos com perdas de 4,80% face à descida de 23% da totalidade do mercado londrino.

O ano de 2009 foi particularmente favorável às companhias farmacêuticas. O estado de alerta de pandemia de gripe H1N1, decretado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) levou os governos de muitos países a procurar soluções de vacinação e o reflexo está nos resultados anuais apresentados pelas farmacêuticas. A empresa que mais receitas arrecadou decorrentes da nova estirpe da gripe foi a inglesa GlaxoSmithKline, com mais de 991 milhões de euros, seguida da maior empresa europeia do sector, a Novartis, que amealhou 719 milhões de euros em vendas.

Os antivirais usados no tratamento foram também fortes impulsionadores das receitas da Roche e da GlaxoSmithKline. O medicamento Tamiflu, produzido pela companhia suíça e usado no tratamento gripal, cresceu dos 384 milhões de euros de receitas em 2008 para os 2,12 mil milhões em 2009 e o produto farmacêutico concorrente, Relenza, valeu 808 milhões de euros à GlaxoSmithKline, depois de ter gerado 71 milhões de euros de receitas em 2008.

Ao todo, as cinco maiores empresas europeias do sector juntaram mais de 5,3 mil milhões de euros decorrentes da gripe que já matou 17483 pessoas em mais de 213 países, de acordo com os últimos números de Abril da OMS. Ainda assim, estas receitas são uma gota no oceano de vendas das companhias de saúde.

Ler artigo completo em… Expresso.pt

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Gripe A(H1N1): Médicos britânicos questionam eficácia do antiviral Tamiflu e acusam a Roche de não revelar dados dos ensaios clinicos

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O Tamiflu tem sido receitado para combater o vírus H1N1, mas a comunidade médica britânica está a pôr em causa a eficiência do medicamento. O laboratório Roche é mesmo acusado de não revelar dados essenciais dos ensaios clínicos.

Gripe A(H1N1): Médicos britânicos questionam eficácia do antiviral Tamiflu e acusam a Roche de não revelar dados dos ensaios clínicos

“Os governos de todo o mundo têm gasto milhões num medicamento que a comunidade científica não consegue avaliar”, explica Fiona Goodle, editora do British Medical Journal (BMJ).

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Written by CarlAn

09/12/2009 at 19:39

big pharmas e a pandemia do H1N1

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Roche triplica vendas com o Tamiflu

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Roche prevê vendas de Tamiflu no valor de 2,7 biliões de francos para este ano

Vendas de Tamiflu aceleram crescimento da Roche

Roche prevê vendas de Tamiplu no valor de 2,7 biliões de francos para este ano

Graças ao aumento das vendas do anti-viral Tamiflu, usado no combate à gripe A H1N1, a facturação na área de fármacos da Roche cresce o dobro da velocidade do mercado mundial.

O grupo farmacêutico suíço registou uma facturação total de 36,4 biliões de francos nos primeiros nove meses deste ano – um aumento de 9% em relação ao mesmo período de 2008.

Por causa do medo de uma pandemia de gripe AH1N1, as vendas de Tamiflu quase que multiplicaram por dez no terceiro trimestre, somando 994 milhões de francos suíços.

De Janeiro a Setembro de 2009, a empresa facturou 2 biliões de francos só com esse medicamento, o que corresponde a um aumento de 362% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ler mais… Roche triplica vendas com Tamiflushare-button

Written by CarlAn

18/10/2009 at 00:50

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